Novo governo reduz em até 50% orçamento para programas sociais

Quem está acompanhando as recentes notícias voltadas para a economia, deve ter se deparado com muitos cortes propostas no novo Governo Bolsonaro.

De acordo com dados lançados sobre os cortes de verba, o governo atual reduziu em 50% o orçamento previsto para programas sociais. Veja mais informações a seguir:

Os programas sociais foram desenvolvidos com base nos problemas mais evidentes do país, como por exemplo a falta de moradia digna e a situação de pobreza que atinge muitos brasileiros.

Essas propostas visam minimizar ou solucionar os problemas destacados através de propostas de auxílio financeiro ou condições de vantagem.

Temos como um dos maiores exemplos dessas iniciativas o Bolsa Família, um programa de transferência de renda  e o Minha Casa Minha Vida, um programa de habitação.

Esses programas também circulam por outros âmbitos, como é o caso das propostas de politicas educacionais que oferecem condições de estudo acessível como é visto no FIES 2020.

Vale a pena mencionar que os cortes que estão acontecendo não remetem a finalização dos programas, ou seja, ainda será possível participar das inscrições FIES 2020assim como receber o auxílio financeiro do Bolsa Família e conquistar o sonho da casa própria pelo Minha Casa Minha Vida.

A mudança estará evidente pelo número de pessoas beneficiadas. De acordo com os governantes, os cofres públicos gastam bilhões com essas inciativas e por isso, foi necessária a elaboração de um projeto de contenção desses programas

O problema é que isso estará afetando diretamente a população de renda média e de renda baixa que contem com inciativas como essa para melhorar a qualidade de vida.

A expectativa é que esses cortes estejam acontecendo durante o ano de 2020 e muita gente já começo a sentir os impactos da redução no orçamento para programas sociais.

A redução de 50% do valor investido nesses programas estará trazendo mudanças claras para quem recebe o Bolsa Família, pois haverá uma reavaliação das famílias cadastras, além do processo que seleciona os núcleos familiares estar se tornado mais rigoroso.

Para o Fies, o maior programa de financiamento estudantil do país, os cortes serão sentidos com mais leveza, apesar da clara redução no número de bolsas a serem distribuídas.

Enquanto isso, o Minha Casa Minha Vida, assim como o Bolsa Família, ficou como um dos setores mais afetados pelos cortes, uma vez que as verbas passaram R$ 4,6 bilhões, no último ano, para R$2,7 bilhões em 2020, representando um curto alcance para o projeto.

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